Mia Couto reúne grande público na Casa de Portugal de São Paulo em noite dedicada à língua e à literatura

Encontro contou com apresentação musical, conversa sobre a cidadania da língua portuguesa, participação do público e sessão de autógrafos

A Casa de Portugal de São Paulo recebeu, no dia 9 de setembro, o escritor moçambicano Mia Couto para uma noite especial dedicada à literatura e à reflexão sobre a cidadania da língua portuguesa. O encontro foi conduzido pelo escritor e jornalista José Manuel Diogo.

A programação teve início com uma apresentação da fadista Ana Carla Lemos e do músico Vinícius Rocha, que interpretaram o fado “Origens” e envolveram o público com a tradição e a sensibilidade da música portuguesa.

Em seguida, o presidente da Casa de Portugal de São Paulo, Dr. Renato Afonso Gonçalves, realizou o discurso de abertura, dando as boas-vindas ao escritor, aos convidados e ao público presente.

Na sequência, o diretor cultural da instituição, Prof. José Antonio da Costa Fernandes, falou sobre a importância do encontro, fez a apresentação do Mia Couto e, na sequência,  o convite para ele e José Manuel Diogo subirem ao palco e darem continuidade ao evento.

Durante a conversa, foram abordadas questões relacionadas à língua portuguesa, à identidade, à literatura e às diferentes experiências culturais dos povos que compartilham o mesmo idioma. Reconhecido como uma das principais vozes da literatura contemporânea de língua portuguesa, Mia Couto compartilhou reflexões e experiências de sua trajetória, proporcionando ao público um diálogo sensível e enriquecedor.

O encontro também contou com a participação da plateia, que teve a oportunidade de fazer perguntas ao autor e aprofundar os temas debatidos ao longo da noite.

Ao final, Mia Couto participou de uma sessão de autógrafos, encerrando o evento com um momento de proximidade e interação com seus leitores.

A iniciativa foi uma parceria entre a Casa de Portugal de São Paulo, a Associação Portugal Brasil 200 anos, com o apoio do  Consulado Geral de Portugal em São Paulo e da Cátedra Jaime Cortesão da USP. 

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